Inflação 12 meses dos preços administrados (energia, combustível, gás, ônibus — controlados pelo governo, vermelho) vs livres (verde), desde o Plano Real. Linhas pontilhadas marcam as eleições. O padrão se repete há décadas: os administrados saltam no ano seguinte à eleição — 1999 pós-FHC (+20,1%, o maior salto, com a devaluation), 2003 (+18,9%), 2015 tarifaço de Dilma (+17,5%) e 2023 (+10%, revertendo o corte de 2022). Em 2022 Bolsonaro cortou combustível para −2,8% (gap recorde de −12,7pp) — e perdeu mesmo assim.